sexta-feira, 29 de junho de 2018

Mostra Pedagógica 2018 - Colégio Q. I


Em ano de Copa do Mundo, nada como abordar o esporte mais popular do mundo: o Futebol. Essa foi a proposta da equipe pedagógica do Colégio Q. I para a Mostra Pedagógica de 2018.

Sabedores que a mostra seria no auge dos jogos da Copa do Mundo na Rússia, todos os professores do Fundamental II e Ensino Médio escolheram temas relacionado com a cultura do Futebol, a Culinária dos países envolvidos na Copa, os grandes cientistas russos, os gênios da música e dança do Brasil, experimentos científicos e claro, muito futebol com a história do esporte mais popular do Mundo, a criação de maquetes dos estádios e as histórias dos mesmos.

O público que prestigiou o evento contribuiu muito para o sucesso da mostra e os alunos mostraram o comprometimento e dedicação para a apresentação. Todas equipe da Direção e Coordenação, juntamente com os professores e alunos estão de parabéns pela excelente apresentação.

Texto: Prof. Odair
Fotos: Prof. Odair

 Turma do 8º ano - Orientados pela Professora Paula e Professor Odair















 Turma do 9º ano



 Turma do 7º ano

 Público prestigiando a Mostra

 Turma do 1º ano E.M





 Turma do 6º ano

 Coordenadora Sandra e Diretora Alzira







 Público presente







D. Alzira e Sandra

 Turma do 3º Ano E.M















 Turma do 2º Ano E.M




sábado, 19 de maio de 2018

Sombras de Goya - Resenha


Por Alessa Caixeta

O tema do filme Sombras de Goya vai muito além de retratar a vida do famoso pintor espanhol Francisco Goya, e mostra os abusos da Santa Inquisição, uma vez que esta estava empenhada em conter os ideias iluministas assim como a reforma protestante. Dessa forma, o diretor e o roteirista foram capazes de ilustrar claramente como foi o período antecedente a Revolução Francesa e também os seus desdobramentos, através de cenas marcantes como a prisão na Igreja, a invasão da Espanha pela tropa napoleônica e sua expulsão pela Inglaterra. Nesse contexto, é possível depreender da obra de que maneira as ideias revolucionárias do filósofos iluministas foram difundidas na sociedade vigente.

O longa-metragem deixa explícito todos os acontecimentos da história, possibilitando ao interlocutor total compreensão de seus elementos. Sob tal ótica, o que se torna mais atrativo no filme são as cenas de estrupo, guerras e julgamentos completamente análogas a realidade. Seguindo essa linha de pensamento, quando a musa do pintor, Inês é presa pela Inquisição, esse não mede esforços para ajudá-la, e consequentemente desencadeia uma série de repercussões não previstas ao demais personagens. Outrossim, aquele que mostra-se um mal caráter não é nada mais, nada menos que um membro da Igreja, o Frei Lorenzo, haja vista que ao decorrer do drama revela-se apenas mais um hipócrita fundamentalista que no final sofre uma reviravolta inesperada. A pobre Inês, injustiçada, consegue cativar o coração do público com sua inocência e ingenuidade.

Os tons de cores usados para gravar o filme dão a sensação de nostalgia, passado e foram muito bem utilizados, ademais a trilha sonora que foi habilmente usada para enfatizar as os elementos. As cenas são em sua maioria fieis a concretude, embora algumas estejam bem exageradas, a exemplo quando Inês sai da prisão ou encontra em um bordel aquilo que mais deseja.. Em suma, a obra conta vários períodos da história, abusos da Inquisição, Revolução Francesa, queda de Napoleão, fuga do rei espanhol, a vida de Goya, entre outros. Os produtores buscam não apenas relatar um fato isolado, mas contextualizá-lo no tempo e espaço ocorrido e pode ser usado em salas de aula a fim de promover debates filosóficos acerca do Iluminismo e aumentar a concepção dos alunos.

Resenha: Alessa Caixeta (Aluna do 3º ano CEAF)
Orientador: Prof. Odair José - Professor de Filosofia

quarta-feira, 21 de março de 2018

Representação do Oráculo de Delfos


Na aula de Filosofia realizada hoje (19/03) fizemos uma representação de como era o Oráculo de Delfos na Grécia Antiga o qual denominamos de Oráculo do CEAF.

A turma do 1 ano E.M foi dividida em 3 equipes: as oráculos, moças que faziam as previsões; os seguranças do local e os cidadãos que buscavam as previsões das oráculos. Para se obter a oportunidade de ser atendidas pelos oráculos era preciso responder aos enigmas.

Parabéns a toda equipe CEAF pelo empenho e dedicação ao projeto e a todos os alunos envolvidos.

Prof. Odair José

































terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Filosofar é inevitável - Aula campo CEAF


O desafio era trabalhar uma aula de Filosofia dinâmica com as turmas do 1º e 2º Ano EM do CEAF.

Para a turma do 1º ano era preciso falar sobre as origens da Filosofia. Neste sentido, fiz uma abordagem sobre a importância do pensar e de ter o “espírito livre”. Frisei que “filosofar é inevitável”, que todos somos filósofos e salientei a ligação intrínseca entre a Arte e a Filosofia, bem como a sensibilidade e a razão.

Com a turma do 2º ano a discussão filosófica foi sobre Tomás de Aquino e a Filosofia Escolástica. Discutimos a noção da Lei Natural e Lei Divina explícita pelo pensador Medieval.

Utilizar um espaço como a sombra de uma frondosa árvore sentido a brisa da manhã foi fundamental para uma aula mais dinâmica e divertida.
Agradeço o apoio da Coordenação e Direção da Escola pela confiança. E, aos alunos e alunas das duas turmas que foram simplesmente fantásticos na participação.

Att. Prof. Odair José.

 Filosofar é inevitável!

 Os filósofos não brotam da terra como cogumelos, eles são os frutos da sua época, do seu povo...

 Ninguém se torna filósofo simplesmente por ter um diploma numa boa faculdade; o processo de construção do pensamento filosófico é muito longo...

 Todos somos filósofos...

 Não é possível passar das trevas da ignorância para a luz da ciência a não ser lendo, com um amor sempre mais vivo, as obras dos antigos...

 A fé nos revela as verdades, a a Razão nos confirma a crença.

 A Razão é qualidade inata, criada por Deus, e concedida ao homem.

 Se a felicidade humana é o fim da nossa atividade, ela só pode ser alcançada através de nossos atos...

 Para o filósofo medieval, a verdade não é uma construção do homem, mas uma revelação divina àqueles que creem...

 Devemos valorizar a inteligência humana e sua capacidade de alcançar a verdade por meio da razão natural...