quinta-feira, 15 de junho de 2023

Aula Campo no Museu Histórico de Cáceres - Turma da 3ª Série E.M - CEAF

    Um museu é uma instituição cuja principal finalidade é preservar as evidências materiais da espécie humana e suas atividades. O museu apresenta as evidências humanas e do mundo natural em seus mais variados contextos históricos, geográficos, científicos, culturais, artísticos, econômicos, religiosos e militares. 
 
    Essencialmente, portanto, o museu é um lugar de preservação da memória. Ao impactar sobre a maneira como as sociedades pensam a respeito de si, os museus preservam o passado e analisam o presente, ajudando na construção de identidades no momento em que produzem determinados tipos de narrativas sobre o passado. 
 
    Neste sentido, a Turma da 3ª Série E.M do CEAF, sob orientação do Prof. Odair José, fez uma visita ao Museu Histórico de Cáceres com o objetivo de visualizar e analisar a História de Cáceres através de objetos, imagens e arquivos em exposição nesse espaço de cultura que retratam a História e a Memória de um tempo histórico e inesquecível de um povo. 
 
Texto: Prof. Odair José 
Imagens: Odair José
Agradecimentos: A Senhora Luzeni

























 

quarta-feira, 14 de junho de 2023

As coisas

    As pedras são muito mais lentas do que os animais. As plantas exalam mais cheiro quando a chuva cai. As andorinhas quando chega o inverno voam até o verão. Os pombos gostam de milho e de migalhas de pão. As chuvas vêm da água que o sol evapora. Os homens quando vêm de longe trazem malas. Os peixes quando nadam juntos formam um cardume. As larvas viram borboletas dentro dos casulos. Os dedos dos pés evitam que se caia. Os sábios ficam em silêncio quando os outros falam. As máquinas de fazer nada não estão quebradas. 
 
    Os rabos dos macacos servem como braços. Os rabos dos cachorros servem como risos. As vacas comem duas vezes a mesma comida. As páginas foram escritas para serem lidas. As árvores podem viver mais tempo que as pessoas. Os elefantes e golfinhos têm boa memória. Palavras podem ser usadas de muitas maneiras. Os fósforos só podem ser usados uma vez. Os vidros quando estão bem limpos quase não se vê. Chicletes são pra mastigar mas não para engolir. Os dromedários têm uma corcova e os camelos duas. As meia-noites duram menos do que os meio-dias. 
 
    As tartarugas nascem em ovos mas não são aves. As baleias vivem na água mas não são peixes. Os dentes quando a gente escova ficam brancos. Cabelos quando ficam velhos ficam brancos. As músicas dos índios fazem cair chuva. Os corpos dos mortos enterrados adubam a terra. Os carros fazem muitas curvas pra subir a serra. Crianças gostam de fazer perguntas sobre tudo. Nem todas as respostas cabem num adulto. 
 
Fonte: ANTUNES, Arnaldo. As coisas. São Paulo: Iluminuras, 2011. p. 13.

quarta-feira, 3 de maio de 2023

Lenda do Minhocão de Cáceres

    Em Cáceres-MT circula a lenda do minhocão. O minhocão é a historia da cobra gigante da cidade. Foi então que resolvemos pesquisar para saber mais desta história interessante. Veja o que descobrimos: 
 
    Reza a lenda que o minhocão é uma cobra gigante capaz de sugar em poucos minutos o sangue de uma pessoa. Há alguns anos começaram a desaparecer da região próxima a uma usina de açúcar e álcool. Galinhas, porcos, bezerros e cachorros eram encontrados muito tempo depois, totalmente estraçalhados. Foi então que os moradores descobriram que por ali circulava uma serpente gigante. 
 
    Os boatos e o medo tomavam conta. O dono da usina já não sabia mais o que fazer e chamou um padre para orientá-lo. Toda a região foi benzida.A serpente respingada por um pouco daquela água benta, mergulhou no rio Paraguai e fugiu, até um esconderijo enfrente ao local no qual uma igreja estava sendo construída. Porem, não pode ficar muito tempo lá já que muitas mulheres vinham até o rio para lavar suas roupas ou tomar banho. Diante disso a serpente foi rastejando embaixo da terra e se acomodou justamente na área em que a igreja seria construída. 
 
    Quando a obra ficou pronta, houve uma missa em comemoração. Ao perceber os passos e vozes em cima dela. A cobra se mexeu e tremeu tanto que a obra começou a desabar. Primeiro foi o teto que caiu ferindo fiéis e depois as paredes. Algumas pessoas pensaram até que era um terremoto! Sem saber o que fazer, o povoado começou a rezar. Nossa Senhora ficou com pena dos pobres fieis e decidiu ajudá-los. Mesmo que eles conseguissem construir a igreja de novo, a santa sabia que o problema não estaria resolvido, já que a serpente poderia voltar a se mexer a qualquer momento e todos estariam em risco. 
 
    Resolveu, então, amarrar a enorme cobra. Pegou três fios do seu próprio cabelo e deu um nó em cada parte da cobra, que já não podia mais se mexer. Só depois de dezesseis anos que a catedral pode ser reconstruída e até hoje o povo de Cáceres acredita que a cobra ainda esta lá embaixo, mas que não há perigo, pois ela esta presa pelo fio de cabelo de ouro de nossa senhora. 
 
OUTRA VERSÃO 
 
    Outra versão também aceita desta historia é a seguinte: Conta a lenda, que o minhocão vivia no Rio Paraguai e os pescadores assustados pediram a proteção pediram para a Santa que os ajudassem nas pescarias. Nossa Senhora, como boa mãe, atendeu a oração e veio prender com seus fios de cabelos o temoroso minhocão. 
 
    Após grande luta com ele, Nossa Senhora então retirou três fios de seus cabelos para prende-lo. Sua cabeça ficou presa embaixo da igreja sob sua vigilância, porém seu corpo passa pela cidade e só sua calda ainda esta sobre o rio mas o minhocão não se contenta, esbraveja e reluta para se soltar. 
 
    Segundo os mais antigos a cada movimento dele acontece algo na cidade: a terra treme, abrem buracos o chão racha, ... E dizem mais: que ele está conseguindo se libertar, 2 fios de cabelo já teriam sido quebrados restando apenas um que ainda o segura. Portanto, cuidado os cacerenses, o minhocão pode se libertar a qualquer momento. 
 

sábado, 22 de abril de 2023

A Escrita - Ecce Homo 06 – Análise do documentário

    Por Renata Miura K 

    O documentário Ecce Homo 06 – A Escrita retrata a evolução humana ao transmitir e registrar seus conhecimentos. Durante a narrativa, são apresentados alguns profissionais, como professores de linguagens, historiadores e linguistas, sendo eles: Henry Rogers, Louis-Jean Calvet, Henri-Jean Martin e Tamara Plakins Thornton. 

    A escrita está cada dia mais presente nas nossas vidas. Entretanto, devido a diferente disseminação da escrita ao redor do mundo, uma em cada duas pessoas, com mais de vinte anos, não sabe escrever, não escreve bem ou se esqueceu como escreve. 

    O analfabetismo ainda é um problema atual; mais de 40% dos adultos do Sul da Ásia, do Oriente Médio e da África não sabem ler e escrever. Esse fenômeno é sinônimo de pobreza, baixa expectativa de vida e subdesenvolvimento. Portanto deve ser revisado, pois todos nós temos direito à educação. 

    Atualmente, um quinto da população mundial é analfabeta, correspondendo a quase um bilhão de pessoas. Apesar do grande número, durante sua criação, pouquíssimas pessoas tinham acesso a esses sinais. Há 5.500 anos atrás, os sumérios desenvolveram a primeira escrita, denominada cuneiforme e constituída por símbolos e desenhos feitos com objetos em formato de cunha. Os chineses e os maias também desenvolveram suas habilidades de escrita há aproximadamente 3.500 a 2.500 anos atrás. Essas três culturas acreditavam que essa invenção era uma dádiva oferecida pelos deuses, uma vez que o ser humano não seria capaz de criar algo tão magnífico. 

    Os ideogramas surgiram da necessidade de fazer contas e de listar posses, porém devido ao desenvolvimento da sua utilização, termos imprecisos e complexos precisaram ser registrados. E com o passar dos anos, registrar verbos, sentimentos e outros conceitos abstratos, dificultou e impossibilitou o seu uso. 

    Partindo desse pressuposto, os fenícios desenvolveram 22 símbolos objetivos - as consoantes - há cerca de 1.500 anos atrás. Alguns anos depois, os gregos aprimoraram esse sistema e desenvolveram as demais letras do alfabeto - as vogais. E a partir desse momento, a escrita se tornou mais acessível e facilmente compreendida. 

    Durante o século XV, no final do período da Idade Média, o papel e a imprensa ganharam destaque, intensificando a disseminação da escrita. Além disso, devido à promoção da leitura da Bíblia pela Igreja Protestante, a Igreja Católica iniciou um processo de censura, ao criar uma lista de livros proibidos e desenvolver o direito restrito da impressão. 

    Durante o século XVIII outras classes sociais, como os comerciantes e aristocratas, de todos os gêneros, também passaram a utilizar esses registros e desenvolveram as diferentes caligrafias. 

    Nesse mesmo século, durante a Revolução industrial, o processo de impressão foi intensamente mecanizado, e consequentemente, as empresas passaram a necessitar de funcionários alfabetizados. Em 1873 as máquinas de escrever foram criadas, durante algumas transformações sociais, como a chegada de imigrantes, os problemas de criminalidade e a pobreza. Desse modo, os cidadãos estado-unidenses incentivavam o estudo e o emprego desses aparelhos pelos estrangeiros, com o objetivo de diminuir e apaziguar conflitos, através da “alfabetização”. 

    Sob essa ótica, é importante analisar que a escrita é extremamente essencial para o nosso cotidiano, pois auxilia na comunicação e permite a eternização de momentos, histórias e estudos, contribuindo para o desenvolvimento da humanidade. Também podemos associar os conhecimentos e dados do vídeo como heranças garantidas pela escrita, pois enquanto algo estiver registrado, será lembrado. 

    Cabe mencionar, o aperfeiçoamento dos desenhos, que apresentam diversas interpretações ao depender da sua concepção e visão de mundo. As palavras são menos amplas, todavia a diferença não é gritante, pois a literatura também é arte e assim como os símbolos desenhados, conta experiências e emoções. 

    Também podemos observar que, esse meio evolui junto dos seres humanos. Esse processo se iniciou com papiros e placas de barro, papeis e máquinas de escrever e, atualmente, conta com computadores, celulares e inteligências artificiais. 

Texto produzido pela aluna Renata Miura K
Turma da 1ª Série E.M da Escola CEAF em Cáceres 
Disciplina: História 
Prof. Odair José

segunda-feira, 17 de abril de 2023

O cavaleiro preso na armadura

    Desde que "Fernão Capelo Gaivota" encantou o público pela primeira vez, não houve uma fábula tão cativante quanto "O cavaleiro preso na armadura". Uma leitura emocionante que expandirá sua mente, tocará seu coração e nutrirá sua alma.   
 
    O cavaleiro mais corajoso do reino. Um homem sempre pronto para qualquer batalha, disposto a defender sua honra e prestar ajuda a quem precise. Sua armadura lustrosa e imponente era a única imagem que todos enxergam no cavaleiro, até mesmo sua mulher e seu filho. E sua obsessão por essa imagem acaba o distanciando das pessoas que ama e da própria identidade. 
 
    Quando percebe que não consegue mais se desvencilhar da armadura, o cavaleiro parte em busca de seu eu esquecido no tempo, perdido nas cruzadas e na frieza dos sentimentos. Percorrendo o Caminho da Verdade, com a ajuda de seus companheiros Esquilo e Rebecca, ele segue rumo ao autoconhecimento, buscando sua verdadeira face há muito tempo escondida e reencontrando um sentimento que havia guardado na armadura por toda a vida. 
 
    Uma fábula que continua extremamente atual, O cavaleiro preso na armadura narra a dificuldade que muitas vezes temos de nos mostrar exatamente como somos, de baixar nossa guarda e revelar nosso rosto. 
 
    Esse é um livro que fala diretamente a todos que se sentem presos aos compromissos e às responsabilidades do mundo moderno, que se distanciaram daqueles que amam e que deixaram de lado seus desejos. É um incentivo a embarcar nos próprios Caminhos da Verdade para entender o porquê desse distanciamento, para assim encontrar uma solução. 
 
    "Eis um livro muito especial que ilustra uma nova maneira de pensar a vida, para um futuro repleto de esperança, amor e alegria." - Og Mandino, autor dos best-sellers O maior vendedor do mundo e O maior milagre do mundo
 
Descrição do livro na Amazon 
 
Recomendo a leitura! 
 
Odair José, Poeta Cacerense

sexta-feira, 7 de abril de 2023

A Metamorfose - A Apresentação

    Após leitura do livro A Metamorfose de Franz Kafka, a turma do 1º e 2º Ano E.M do Colégio Q. I em Cáceres, sob a orientação do Professor Odair José, realizaram a apresentação da Obra como culminância do Projeto de Leitura. 

    A Metamorfose é a mais célebre novela de Franz Kafka e uma das mais importantes de toda a história da literatura. Sem a menor cerimônia, o texto coloca o leitor diante de um caixeiro-viajante - o famoso Gregor Samsa - transformado em inseto monstruoso. A partir daí, a história é narrada com um realismo inesperado que associa o inverossímil e o senso de humor ao que é trágico, grotesco e cruel na condição humana - tudo no estilo transparente e perfeito desse mestre inconfundível da ficção universal. 

    O resumo da Apresentação pode, também, ser visto no vídeo no link a seguir. 
    Realização: Odair José, Poeta Cacerense










quarta-feira, 1 de março de 2023

Filosofia na Praça - Turma do 9º ano - Colégio Q.I


    Hoje foi dia de Filosofia na Praça com a Turma do 9º ano do Colégio Q.I.    
 
    A Filosofia surgiu nas ágoras (praças públicas) de Atenas e questionava o mundo através do pensamento. A proposta de nossas aulas no ar livre é atuar junto com os alunos e alunas na percepção do mundo que os cercam.    
 
    Vento, sol, liberdade e muita alegria marcaram a nossa caminhada neste dia. Agradeço a confiança da Direção e Coordenação da Escola para arealização da atividade extra-sala.    
 
Prof. Odair José

Filosofia na Praça - Turma do 8º ano - Colégio Q.I


    Hoje foi dia de Filosofia na Praça com a Turma do 8º ano do Colégio Q.I.    
 
    A Filosofia surgiu nas ágoras (praças públicas) de Atenas e questionava o mundo através do pensamento. A proposta de nossas aulas no ar livre é atuar junto com os alunos e alunas na percepção do mundo que os cercam.    
 
    Vento, sol, liberdade e muita alegria marcaram a nossa caminhada neste dia. Agradeço a confiança da Direção e Coordenação da Escola para arealização da atividade extra-sala.    
 
Prof. Odair José

Filosofia na Praça - Turma do 6º Ano - Colégio Q.I

 
    Hoje foi dia de Filosofia na Praça com a Turma do 6º ano do Colégio Q.I. 
 
    A Filosofia surgiu nas ágoras (praças públicas) de Atenas e questionava o mundo através do pensamento. A proposta de nossas aulas no ar livre é atuar junto com os alunos e alunas na percepção do mundo que os cercam. 
 
    Vento, sol, liberdade e muita alegria marcaram a nossa caminhada neste dia. Agradeço a confiança da Direção e Coordenação da Escola para arealização da atividade extra-sala. 
 
Prof. Odair José

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2023

A Metamorfose - Projeto de Leitura Q.I

    As Turmas do 1º e 2º Ano E.M da Escola Q.I, na disciplina de Oficina de Literatura irá participar do Projeto Leitura 2023 e, neste 1º Bimestre, vão ler e analisar a Obra de Franz Kafka, A METAMORFOSE
 
    Apontada como uma das obras mais marcantes e inesquecíveis da literatura universal, A Metamorfose continua conquistando leitores de várias gerações. Embora a narrativa não ofereça uma explicação aparente para tudo que assistimos, ela contém profundas reflexões filosóficas e sociais. Como outros grandes clássicos da literatura, a novela pode gerar inúmeras teorias e interpretações entre leitores e estudiosos da área. Focada, sobretudo na transformação do protagonista, ela conduz a reflexões sobre a sua identidade. 
 
    Resumo do livro A Metamorfose 
 
    Gregor Samsa é um caixeiro-viajante que não gosta do seu trabalho e muito menos do seu chefe. No entanto, uma dívida da família o obriga a manter o trabalho e sustentar os pais e a irmã mais nova. Até que um dia ele acorda atrasado para pegar o trem e se vê transformado em um inseto gigante. 
 
    Acreditamos que será um trabalho de muito aprendizado e conhecimento. 
 
    Orientador: Prof. Odair José.
 
Link da Obra para leitura
 






 

Por que você acredita no que você acredita?

 Filosofia com a Turma do 3º Ano E.M - Escola Q.I 
 
Pirro é o pai de uma filosofia chamada de Ceticismo. A questão central desse filósofo é o que podemos conhecer com certeza? Algumas pessoas estão certas de possuírem uma alma, enquanto outras alimentam dúvidas sobre sua existência. No entanto, praticamente ninguém duvidaria que em inúmeras situações podemos ter certeza. Por exemplo, imagine que você está a poucos metros de um cão que se mostra numa posição de ataque. Ele mostra os dentes e começa a correr em sua direção. Numa situação como essa, você certamente não ficaria parado, calmo, pensando que a existência do cão é incerta, pois pode ser uma ilusão criada pelos seus olhos.   
 
Com base na filosofia de Pirro responda a seguinte pergunta: Por que você acredita no que você acredita? Justifique sua resposta. 
 
"Nós acreditamos nas coisas que de que alguma forma nos levar a crer que é verdade, não tem como ter a absoluta certeza que é verdade, mas mesmo assim pendemos em acreditar para ter aonde escorar." 
Daiane Prina Lamon 
 
"Em primeira análise, temos que acreditar em algo, seja o que for, nós vivemos naquilo que acreditamos. Crescemos já aprendendo a fazer as coisas e somos obrigados a acreditar naquilo que vemos, pois já sofremos para depois acertar, então temos certeza que aquilo dará certo. Na religião não vemos para crer, mas sentimos que devemos, e isso é uma questão de escolha, uns acreditam e outros não, mas prefiro acreditar no que eu acredito, pois assim serei quem eu sou." 
Emilly Guimarães 
 
"Com base na filosofia de Pirro nós não temos certeza de nada. Nós acreditamos no que acreditamos, porque achamos que é o certo, porém, quem garante que é realmente o certo? Tudo que nós temos é o achar. Eu acredito no que acredito, porque essa é a minha verdade e acho o certo. Não tenho certeza, porém, acho que é o certo." 
Karla Cuyati 
 
"Porque tenho fé no que acredito! E já tive provas suficientes do que acredito é real! Existem coisas que eu não acredito, talvez por não ter tido uma experiência real, mas no geral, eu acredito em tudo aquilo que já tive uma comprovação de que é verdade." 
Maria Eduarda Velozo 
 
"Por uma variedade de razões, incluindo influências culturais, religiosas, políticas e pessoais. Algumas pessoas podem ter experimentado eventos ou situações que as levaram a acreditar em certas coisas, enquanto outras podem ter sido influenciadas por amigos, familiares ou mídia. As crenças também podem ser influenciadas por nossa educação e histórico de vida." 
Maria Fernanda Costa 
 
"Porque eu necessito saber das coisas. Eu necessito ter um sentido na vida, por isso acredito no que eu acredito. Se eu estudo, é porque eu quero ter um bom futuro para minha vida pessoal, então eu automaticamente acabo acreditando em muitas outras coisas para concluir e chegar aos meus objetivos. É como se o ser humano fosse predestinado a ser curioso e a querer a saber das coisas." 
Pedro Souza. 
 
Orientador: Prof. Odair José