quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Dominação


Neste espaço quero parodiar uma canção antiga que, creio fazer sentido neste momento. Ao longo da trajetória humana em estabelecer verdades e planejamento de melhora o que vemos é a caminhada rumo aos mesmos procedimentos. Existe um cinismo que tenta nos enganar do decorrer do dia-a-dia, confesso que estou cansado disso. O regime das oferendas capitalista está levando ao abismo e eu não quero ser parte integrante desse crime. Durante o Regime Militar instaurado no Brasil nos anos 60 e 70 houve uma série de atos institucionais que foi o cúmulo da incompetência. O mesmo acontece nos dias de hoje onde vemos atos insanos acontecerem a todo instante. Esses atos acabam revelando as margens do incerto. As paródias e falação dos políticos que prometem, prometem e nada fazem continua a fazer parte da cultura brasileira. E acreditamos. Eles falam e não vemos nada de novo acontecer. O povo caminha para a grande falência!
O grito de guerra é esse...
Não aborte os seus ideais
No ventre da covardia
Vá a luta empunhando a verdade
Que a liberdade não é utopia!
As pessoas querem se esconder e ninguém ousa desafiar o sistema. Os camuflados e os samaritanos levam-nos a fatalidade. Ignoram o holocausto da fome, das crianças abandonadas a própria sorte nas ruas das grandes cidades tiram do futuro a prioridade, isto é, o sonho de uma vida digna em um país mais justo. Os trabalhadores, cada vez mais sugados e escravizados pelo sistema não conhece os lucros pois esses não são repassados a eles. Acontece que se entrarmos nesse jogo político seremos, de fato, síndicos dessa massa falida.
Não aborte os seus ideais.
Existe uma vontade imensa de setores da sociedade em combater essa mediocridade tão corrosiva. Pessoas que pensam em liberdade de vida como eu. Pessoas que querem mudar o rumo da nação. Junte-se a nós: Solte o grito de guerra. Vamos lutar contra esse sistema cruel e sanguinolento...Os seus ideais é a base para a vitória contra a dominação capitalista e a liberdade não é utopia.

Texto: Odair José.

Fonte: Música: Massa Falida - Duduca e Dalvam.

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